quinta-feira, 8 de maio de 2008

Olhar a distância

Acabei de ver as fotos da cortina da Paulinha que a Mimi colocou para o público do nosso blog. Fiquei olhando ao mesmo tempo o edredon do Felipe. Aí...me emocionei e fiquei com vontade de dizer alguma coisa. Eu já sei que é assim mas toda vez que constato, eu me emociono. É essa coisa do olhar a distância, o que isso provoca na gente (as próprias autoras do bordado). Parece que as imagens ficam mais lindas, mais significativas, transmitem o afeto da pessoa de uma maneira muito forte. O distanciamento faz a gente apreciar o produto saído de nossas mãos de um jeito mais completo. Todos os ruídos do momento do bordado desaparecem (e que ruídos!) e as imagens viram registro, estória, beleza. Mimi fala que Paulinha olha a cortina e dá beijinho nos bichinhos, dá tchauzinho. A mesma coisa a Nonco falou do Vitinho com a cortina da floresta. Parece até que eles captam toda a carga afetiva colocada naqueles bordados. Sou ótima pra fazer auto-elogios mas sou sincera: fico encantada com essas coisas! Rió

2 comentários:

Marília disse...

Puxa, olha que legal! A tia Rioco fez sua primeira postagem por ela mesma. Fiquei muito feliz e orgulhosa (sorriso largo). E as fotos da cortina da Paulinha são uma linda adição ao nosso álbum de trabalhos (sorriso mais largo ainda)!

Mimi Genoino disse...

Valeu a pena fuçar para conseguir colocar as fotos da cortina. A Paulinha está no momento do galo, desde que ensinaram para ela que o galo da cortina faz cocoricó, ela vai com o dedinho apontando o feliz animalzinho... linda demais esta cortina, uma obra de arte!